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O PERFIL EMPREENDEDOR

Atualmente, existem 52 milhões de empreendedores no Brasil: 38% da população. Além disso, os dados do estudo Global Entrepreneurship Monitor (GEM) revelam o País à frente de grandes potências, como China (27,7%) e Estados Unidos (20%). E, de acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a cada cem pessoas entre 18 e 64 anos, 36 têm um empreendimento, ou estão trabalhando para ter um. Como é possível observar, o empreendedorismo não para de crescer. E você? Será que também se encaixa no perfil de quem está começando?

Perfil empreendedor no Brasil

Em uma rápida pesquisa online, é possível encontrar milhares de sites que citam desde a existência de apenas dois tipos de empreendedor – muito básico, né? –, ao que enumera até 14 possibilidades diferentes – também não vamos exagerar… Para facilitar a sua vida, querido leitor, resumimos essa lista em quatro alternativas que se destacam, conforme a necessidade particular de cada pessoa, com o mesmo alvo: abrir uma nova empresa.

Gostaríamos de fazer um lembrete: no primeiro post da série empreendedorismo, “5 pontos para começar a empreender”, desvendamos a essência do termo e destacamos alguns tópicos para quem deseja dar os primeiros passos rumo ao próprio negócio. Vale à pena dar uma olhada. Hoje, vamos apresentar os perfis de empreendedor mais comuns no Brasil, te ajudando a escolher em qual deles você se encaixa melhor.

1. Empreendedor Individual

É para começar pequeno, pensando grande. A opção mais simples e barata é se tornar Microempreendedor Individual (MEI). O gasto mensal tributário é de apenas R$ 50, só é possível ter um funcionário (você mesmo) e o faturamento não pode ultrapassar R$ 81 mil por ano. Caso o lucro aumente e/ou seja indispensável contratar, é preciso mudar para Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI). Essa formalização é ideal para os “estreantes”.

2. Empreendedor Digital

Escrever um e-book, criar um curso online, ou abrir uma loja virtual, sem se deslocar até o cliente, nem custear um escritório. Por meio da Internet, o alcance é ilimitado. Também é um modo de facilitar a divulgação de qualquer empreendedorismo. Dá para atuar em casa (home office), ou em coworking – espaço compartilhado com estrutura básica de trabalho e baixo custo. Dica: o suporte de uma agência digital é um diferencial para o sucesso. Saiba mais aqui.

3. Empreendedor Social

Para quem sonha em mudar o mundo, esse é o caminho. Ele é diferentemente dos outros, porque o objetivo não é lucro, mas o legado. A ideia é promover o bem-estar da sociedade por meio de projetos, ou instituições. Porém, não precisa ser uma entidade sem fins lucrativos. Dá, por exemplo, para vender um produto benéfico ao meio ambiente e/ou que faça a diferença na saúde das pessoas. É possível, sim, defender um ideal e conquistar a independência financeira.

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    4. Empreendedor Franqueado

    Uma das características efetivas para empreender é a criatividade de oferecer algo inédito no mercado. Entretanto, isso não significa que o franqueado esteja fora do “padrão” do empreendedorismo. Ele somente optou pela segurança de investir em uma jornada já conhecida, com auxílio de outra mente criativa. Apesar de receber suporte, o empreendedor franqueado ainda é o principal responsável para que essa nova franquia dê certo.

    Você Empreendedor

    Os quatro perfis listados acima são apenas um “binóculo” para expandir os horizontes de quem pretende se tornar dono do próprio negócio. A escolha do regime tributário para formalizar a empresa; se vai ficar apenas no universo digital, ou utilizá-lo como ferramenta extra; ser essencialmente social; criar algo do zero, ou adquirir uma franquia; são decisões particulares. O importante é jamais perder o foco. No próximo texto da série, revelaremos os desafios e estratégias para ter sucesso no empreendedorismo feminino.

     

    Natália Caplan Schwartz de Araújo

    Natália Caplan Schwartz de Araújo

    Jornalista com mais de 14 anos de caminhada na Comunicação, descobrindo uma paixão além da arte de escrever: o Marketing.

    Natália Caplan Schwartz de Araújo

    Natália Caplan Schwartz de Araújo

    Jornalista com mais de 14 anos de caminhada na Comunicação, descobrindo uma paixão além da arte de escrever: o Marketing.